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12 de junho de 2026
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Governo do Piauí reforma hospitais estaduais e melhora atendimento em todas as regiões do estado

Entre 2023 e 2026, hospitais, maternidades, UPAs e unidades especializadas da rede estadual passaram por obras de reforma, ampliação e modernização em todas as regiões do Piauí. Dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) reúnem entregas como a nova Maternidade Dona Evangelina Rosa, o Novo Hospital Regional de Picos, novas UTIs e centros cirúrgicos no interior. O governador Rafael Fonteles afirmou que todas as unidades administradas pelo Estado vivem “o melhor momento da sua história”.

Segundo Rafael Fonteles, o objetivo é melhorar continuamente a qualidade dos serviços e reduzir o tempo de espera dos pacientes. “Todas as 37 unidades de saúde administradas pelo estado estão em processo de ampliação, reforma e modernização. Sempre temos o que aperfeiçoar. O processo de saúde pública é constante, a melhora é contínua”, afirmou o governador.

Investimentos na capital

Em Teresina, as melhorias alcançaram hospitais estratégicos para a rede estadual, como a ampliação dos serviços do Hospital Getúlio Vargas, que recebeu um novo centro cirúrgico cardiovascular, Unidade de AVC, reforma do Ambulatório Azul e reforço na estrutura da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon).

Foto: Ascom HGV

Levantamentos da Sesapi também destacam a implantação de uma nova UTI no Instituto Natan Portella, a reforma do Hospital do Mocambinho e do Hospital da Polícia Militar, além da ampliação da capacidade cirúrgica do Hospital Infantil Lucídio Portella.

Foto: Ascom Sesapi

A nova Maternidade Dona Evangelina Rosa consolidou-se como referência em gestação de alto risco e assistência materno-infantil, ampliando o acesso a serviços especializados para mulheres de todas as regiões do estado. “A Nova Maternidade representa dignidade, segurança e cuidado para as mães e os bebês piauienses. Hoje, temos uma maternidade pública que é referência para o Brasil”, afirma o governador.

Regionalização fortalece atendimento no interior

No interior, o Governo do Estado concentrou esforços para ampliar a resolutividade dos hospitais regionais e estaduais. Entre as principais obras estão a entrega do Novo Hospital Regional de Picos e a ampliação dos hospitais Tibério Nunes, em Floriano, e Dirceu Arcoverde, em Parnaíba.

O Hospital Regional Justino Luz, em Picos, também passa por reforma, enquanto o Hemopi de Picos recebeu melhorias estruturais. A UPA de Picos foi reformada e modernizada, fortalecendo o atendimento de urgência e emergência na região.

Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA) Foto: Márcio Sales/Ascom Sesapi

A Sesapi também registra a implantação de novas UTIs nos hospitais de Campo Maior, Corrente e Bom Jesus, referências no extremo sul do estado. Já os hospitais de Simplício Mendes, Elesbão Veloso e São João do Piauí ganharam novos centros cirúrgicos, ampliando a oferta de procedimentos no interior.

Além disso, unidades hospitalares de municípios como Barras, Canto do Buriti, Luzilândia, Oeiras, Esperantina e Valença receberam investimentos em infraestrutura e modernização. “Nosso objetivo é garantir que cada vez mais piauienses sejam atendidos perto de casa, com qualidade e resolutividade, em todas as regiões do estado”, destaca o governador Rafael.

Novos serviços especializados

Outro avanço apontado pelo governo é a descentralização dos serviços de alta complexidade. Segundo o Rafael Fonteles, as regiões de Picos, Parnaíba e Floriano devem iniciar, nas próximas semanas, atendimentos oncológicos, serviços de hemodinâmica e exames de ressonância magnética.

Hospital Estadual João Pacheco Cavalcante – Corrente

De acordo com o governador, a medida representa um novo passo no fortalecimento da regionalização da saúde. “Estamos levando serviços que antes existiam apenas na capital para o interior, aproximando o tratamento de quem mais precisa”, explica.

A Sesapi também destaca resultados alcançados nos últimos anos, como o recorde de transplantes, a descentralização da captação de órgãos, a redução do tempo de espera por cirurgias eletivas e a ampliação do número de leitos de enfermaria e de terapia intensiva.

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