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5 de junho de 2026
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Adolescente morto em Teresina respondia por estupro e seria batizado por facção

O coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Francisco Costa, o Baretta, afirmou que o adolescente de 16 anos encontrado morto na última sexta-feira (25) no bairro Angelim, zona Sul de Teresina, respondia por estupro e estava sendo “batizado” por uma facção criminosa.

“Essa vítima, apesar de ter apenas 16 anos, foi apreendida em 2023 por estupro e era usuária de drogas. Segundo apurado, estava sendo batizada por uma facção criminosa e vivia no submundo do crime”, afirmou o delegado em entrevista à TV Cidade Verde.

Segundo Baretta, a vítima também estava recebendo ameaças e foi executada com tiros na cabeça, no tórax e no ombro.

“Ele recebia constantes ameaças na região do Mário Covas, onde cometeu o estupro e estava cumprindo medida socioeducativa. Pelas informações colhidas, ele foi subjugado na região do Mário Covas e morto no Angelim, em uma rua deserta. O cadáver apresentava sinais de que havia sido morto entre oito e dez horas antes do achado”, detalhou o delegado.

O delegado destacou ainda que o DHPP já possui informações sobre possíveis envolvidos no crime.

“Estamos apurando os fatos, já temos algumas informações da autoria. Já encaminhei o caso ao delegado responsável e determinei a instauração imediata do inquérito policial”, finalizou Baretta.

Entenda o caso 

O DHPP investiga a morte de um adolescente localizado no bairro Angelim, na zona Sul de Teresina.

O adolescente tinha tatuagens pelo corpo como chapéus e um versículo bíblico, o que auxiliou no reconhecimento pela família, neste sábado (26).

O local onde ele foi encontrado é pouco habitado e fica próximo à uma construção. O DHPP apura as circunstâncias do crime.

Por Rebeca Lima e Mikaela Ramos / CidadeVerde

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