O coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Francisco Costa, o Baretta, afirmou que o adolescente de 16 anos encontrado morto na última sexta-feira (25) no bairro Angelim, zona Sul de Teresina, respondia por estupro e estava sendo “batizado” por uma facção criminosa.
“Essa vítima, apesar de ter apenas 16 anos, foi apreendida em 2023 por estupro e era usuária de drogas. Segundo apurado, estava sendo batizada por uma facção criminosa e vivia no submundo do crime”, afirmou o delegado em entrevista à TV Cidade Verde.
Segundo Baretta, a vítima também estava recebendo ameaças e foi executada com tiros na cabeça, no tórax e no ombro.
“Ele recebia constantes ameaças na região do Mário Covas, onde cometeu o estupro e estava cumprindo medida socioeducativa. Pelas informações colhidas, ele foi subjugado na região do Mário Covas e morto no Angelim, em uma rua deserta. O cadáver apresentava sinais de que havia sido morto entre oito e dez horas antes do achado”, detalhou o delegado.
O delegado destacou ainda que o DHPP já possui informações sobre possíveis envolvidos no crime.
“Estamos apurando os fatos, já temos algumas informações da autoria. Já encaminhei o caso ao delegado responsável e determinei a instauração imediata do inquérito policial”, finalizou Baretta.
Entenda o caso
O DHPP investiga a morte de um adolescente localizado no bairro Angelim, na zona Sul de Teresina.
O adolescente tinha tatuagens pelo corpo como chapéus e um versículo bíblico, o que auxiliou no reconhecimento pela família, neste sábado (26).
O local onde ele foi encontrado é pouco habitado e fica próximo à uma construção. O DHPP apura as circunstâncias do crime.
Por Rebeca Lima e Mikaela Ramos / CidadeVerde

