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4 de junho de 2026
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Francisco Costa defende debate interno no PT antes da escolha do vice de Rafael Fonteles

Francisco Costa

O deputado federal Francisco Costa (PT) comentou sobre a escolha do candidato a vice-governador da base governista e defendeu que, apesar do desejo do governador Rafael Fonteles em apoiar o nome de Washington Bandeira, a decisão final precisa passar por discussão interna no Partido dos Trabalhadores (PT) com a participação de lideranças e militantes.

O parlamentar, que já foi citado como possível nome para a vaga, afirmou estar focado em buscar a reeleição para a Câmara dos Deputados, mas reconheceu que a decisão final dependerá do partido. Ele também elogiou a gestão de Washington Bandeira à frente da Secretaria de Educação do Piauí (Seduc).

“Entendemos que é razoável o governador apresentar uma sugestão. Reconhecemos o trabalho do secretário, que é muito preparado, que tem feito uma boa gestão, mas também precisamos compreender que é um debate que tem que envolver os principais líderes do partido, a militância e as bancadas estaduais e federal para construir um nome”, disse.

Francisco Costa destacou a importância de ouvir o senador e ministro Wellington Dias, apontando que ele foi um dos principais articuladores da eleição de Rafael Fonteles e deve ter papel relevante nas decisões da chapa.

“O ministro Wellington é um grande líder do partido, foi governador por esse estado por quatro vezes, foi o principal responsável pela eleição do Rafael, então é legítimo que o senador Wellington possa e deva ser ouvido para opinar neste cenário. Vejo com muita tranquilidade que agora, em 2026, é o momento de definir”, declarou.

Ao justificar a preferência de que o vice-governador seja do PT, Francisco Costa afirmou que a decisão não se baseia apenas em um desejo pessoal do governador, mas na força política do partido, que possui a maior representação entre as bancadas estadual e federal.

“O candidato a vice será do PT e não é só porque o governador quer, mas pela legitimidade. Em respeito aos outros partidos, o partido que tem 40% da bancada federal e estadual, com a tendência de ampliar com as movimentações previstas, é o PT. É legítimo, isso já está pacificado e compreendido pela base”, concluiu.

Fonte: O Dia

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