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3 de junho de 2026
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Evaldo Gomes afirma que não existem mais currais eleitorais no Piauí

Evaldo Gomes

O deputado estadual Evaldo Gomes (Solidariedade), presidente regional do partido, afirmou que o conceito de “currais eleitorais” está superado no Piauí. Para o parlamentar, práticas associadas ao coronelismo não se sustentam mais na realidade democrática atual, em que o eleitor tem liberdade para escolher seus representantes com base em ideias, propostas e atuação política.

A declaração foi feita ao comentar a movimentação de lideranças políticas e as disputas por bases eleitorais entre parlamentares. Segundo Evaldo, não há cooptação de lideranças nem conflitos relacionados à ocupação de espaços políticos, uma vez que o eleitorado hoje decide de forma autônoma.

“Quando se fala em cooptação de liderança, dá a entender que ainda existe curral eleitoral. Eu discordo dessa tese. Não existe mais esse tipo de prática. O Piauí vive uma democracia, e o povo é livre para escolher o deputado que considera melhor”, afirmou em entrevista ao PortalODia.com.

O deputado destacou ainda que mantém uma relação de harmonia e respeito com os colegas na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), negando qualquer tipo de divergência relacionada a bases eleitorais. Para ele, há espaço para todos os parlamentares, já que cada um possui seu próprio estilo de atuação e articulação política.

“Dentro da Casa existe harmonia e respeito. Eu nunca tive dificuldade de convivência com qualquer deputado por causa de base eleitoral. Cada um tem o seu jeito de fazer política, de construir entendimentos, e isso vai continuar sendo assim não só no próximo ano, mas durante toda a vida política no Piauí”, disse.

Evaldo Gomes também ressaltou que sua base eleitoral é consolidada e construída a partir de um trabalho contínuo ao longo do mandato. Segundo ele, a presença constante nos municípios e o diálogo permanente com as lideranças locais fortalecem a relação de confiança com o eleitorado.

“A gente passa os quatro anos do mandato presente nas bases, acompanhando de perto, ouvindo as lideranças e apresentando resultados. É isso que faz com que as pessoas se identifiquem com o nosso trabalho e queiram nos apoiar nas eleições”, concluiu.

Fonte: O Dia

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