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4 de junho de 2026
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Piauí exporta R$ 249,4 milhões em fevereiro de 2025

As exportações do Piauí somaram, em fevereiro de 2025, o valor de US$ 43,1 equivalente a R$ 249,4 milhões. Já as importações atingiram o valor de US$ 37,2 no mês passado, que corresponde a R$ 215,3 milhões. O superávit de fevereiro (diferença entre as exportações e importações) alcançou US$ 5,8 milhões, equivalente a R$ 34,1  milhões, que corresponde a 13,6% dos produtos negociados. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No comparativo com fevereiro de 2024, a Balança Comercial do Piauí apresentou alta nas exportações, comercializando US$ 4,8 milhões (R$ 27,7 milhões) a mais que o mesmo mês do ano passado, quando exportou US$ 38,3 milhões (R$ 221,8 milhões), com  11,1% de alta. No comparativo com janeiro de 2025, as exportações apresentaram alta, comercializando US$ 22,1 milhões a mais que no mesmo período passado, apresentando alta de 49%.

Segundo dados do MDIC, as importações piauienses, no comparativo com o mesmo mês do ano passado, cresceram 46,5%, com US$ 37,2 milhões agora, ante os US$ 20 milhões de fevereiro de 2024.

Principais produtos

No balanço, as commodities mais vendidas foram o milho com índice de 26%, (US$ 11,2 milhões); farelo de soja e derivados com 17% (US$ 7,3 milhões); algodão bruto com 16% (US$ 6,9 milhões); outras gorduras e óleos animais e vegetais processados com 12% (US$ 5,1 milhões); minério de ferro com 11% (US$ 4,7 milhões) e a soja com 7,9% (US$ 3,4 milhões).

Os municípios que mais exportaram foram Uruçuí, Parnaíba, Bom Jesus, Campo Maior, Piripiri e Altos. Os países que mais importaram foram Alemanha (27%), China (22%), Irã (17%), Egito (9,2%), Bangladesh (5,6%) e Turquia (3,3%).

O superintendente do Desenvolvimento Econômico, Deusval Lacerda, destaca o compromisso do Governo do Estado em impulsionar as cadeias produtivas locais. Ele ressalta que o Governo do Estado tem feito investimentos que visam ampliar a produtividade no campo e na agroindústria, incentivando a industrialização.

“Já vemos resultados concretos, como a construção do primeiro frigorífico e da indústria de laticínios do Piauí, além do avanço da primeira indústria de etanol de milho. Também estamos fortalecendo a cadeia do mel orgânico, agregando valor ao produto exportado e beneficiando milhares de apicultores”, afirma Deusval Lacerda, destacando também os investimentos na infraestrutura e o apoio às cadeias produtivas.

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