31.3 C
Jacobina do Piauí
21 de junho de 2026
Cidades em Foco
Campinas do PiauíDestaqueGeral

Museu Dona Augusta ganha reinauguração em Campinas do Piauí com valorização da cultura e tradição quilombola

Durante a programação da III Semana Cultural de Campinas do Piauí, a Comunidade Quilombola Salinas vivenciou, neste sábado (11), um momento histórico para a cultura local: a reinauguração do Museu Dona Augusta. Além da agenda municipal, a data representa a celebração do 104º aniversário da homenageada.

O espaço integra um lugar de memória, história e identidade quilombola, sendo um ponto de encontro dos moradores da localidade e um patrimônio para visitantes conhecerem parte do legado deixado por Dona Augusta.

“O museu é a casa da memória dela, mas também a casa da memória de todos nós. Ao inaugurar este espaço, reafirmamos o nosso compromisso de manter viva a história da nossa matriarca e da nossa comunidade”, afirmou a família, agradecendo o apoio e doação para a reinauguração.

Marcando presença no evento, o prefeito Dr. Jomário Ferreira expressou a gratidão de vivenciar a história e reforçou o compromisso com a cultura do município. O gestor ainda relatou a presença de membros da Comunidade Salinas, como secretários, vereadores, funcionários e amigos da sua gestão.

“Quero externar a minha felicidade e gratidão, parabenizar toda a família pela ação em procurar resgatar a história e cultura da comunidade e do nosso município. Desde quando assumimos, procuramos valorizar a história da Comunidade Salinas. Quero reforçar o nosso compromisso em continuar. Vamos continuar trabalhando”, declarou.

De acordo com o coordenador de Políticas Públicas das Comunidades Quilombolas na Superintendência de Igualdade Racial da SASC, Marcos Vinícius, o Piauí possui 250 comunidades quilombolas (conforme Censo do IBGE) e o Salinas possui o primeiro museu quilombola do estado, reunindo marcas da história. Além do reconhecimento de patrimônio vivo, o museu integra o patrimônio material.

“Cada item presente nesse museu conta e reconta a história não só dos nossos ancestrais, mas a nossa história e a história da futura geração. Todos estão convidados para conhecer a história do quilombo e de Dona Augusta. A voz quilombola e a história quilombola deve ser contada por nós enquanto vivenciarmos”, completou.

Notícias relacionadas

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Se você está de acordo, continue navegando, aqui você está seguro, mas você pode optar por sair, se desejar. Aceitar Leia mais