A gestão atual de Lagoa do Barro conquistou um resultado significativo na educação pública municipal. De acordo com os dados mais recentes do Indicador Criança Alfabetizada (ICA), o município saltou de 56% (2023) para 85% (2025) na alfabetização de crianças matriculadas na rede pública.
O dirigente municipal de educação, Cleto Coelho, manifestou sua alegria com o avanço nos índices de alfabetização do município de Lagoa do Barro. “Na condição de dirigente municipal, reconheço que esse avanço é fruto de planejamento, investimento e, sobretudo, do trabalho comprometido de toda a rede de ensino. Trata-se de uma conquista construída com a dedicação de professores, gestores escolares, famílias e das equipes dos programas PPAIC, RENALFA e PROLEEI”, afirmou Cleto Coelho.
Ainda de acordo com o secretário de educação, esse é um resultado concreto que comprova a eficácia das ações realizadas e o compromisso coletivo por uma educação pública de qualidade.
Cleto Coelho deixou também seu agradecimento a toda equipe que esteve envolvida em mais essa conquista para o município e reafirmou o compromisso da gestão com a aprendizagem na idade certa. “Seguirei firme, com responsabilidade e dedicação, trabalhando para avançarmos ainda mais e garantirmos que cada criança tenha seu direito de aprender plenamente assegurado”, finalizou o secretário de educação.
Os programas PPAIC (Pacto pela Alfabetização na Idade Certa), RENALFA (Rede Nacional de Alfabetização) e PROLEEI contribuíram para esse avanço, com foco em formação de professores e materiais adaptados. No Piauí, a média do ICA em 2025 foi de 77%, sendo o 4° melhor índice do Brasil, posicionando Lagoa do Barro acima da média estadual e ultrapassando a meta nacional de 67% para 2027, conforme o Plano Nacional de Educação (PNE).
A gestão atual de Lagoa do Barro demonstra compromisso contínuo com a educação por meio de investimentos anuais do orçamento municipal nessa área. Essa priorização inclui a ampliação de vagas na rede pública de ensino e a integração de tecnologias digitais nas escolas, visando reduzir a evasão escolar.
Os programas educacionais como PPAIC, RENALFA e PROLEEI são fundamentais para superar desafios regionais, como o analfabetismo funcional no Nordeste.
O PPAIC, por exemplo, funciona por meio de um pacto entre municípios, estados e União, com monitoramento trimestral do aprendizado via avaliações padronizadas. Nele, professores recebem formação específica de 120 horas anuais, e turmas do 1º ao 3º ano são acompanhadas individualmente, com intervenções corretivas para alunos abaixo da meta, resultando em ganhos no ICA nos municípios aderentes.



