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4 de junho de 2026
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Em Simplício Mendes, conselheiro é posto em liberdade após audiência e fica afastado 60 dias do cargo

Conselho Tutelar de Simplício Mendes -Foto ilustrativa: Reprodução

Na manhã desta sexta-feira (23) o conselheiro tutelar suspeito pelo crime de corrupção de menores foi posto em liberdade após audiência de custódia. Como determinação, o indivíduo deverá cumprir medidas cautelares ficando afastado do cargo por 60 dias.

Entre as medidas imputadas, estão comparecer periodicamente ao juiz, afastamento do adolescente e seus familiares. Neste período de afastamento, o suplemente assume a vaga de conselheiro tutelar até o desenrolar do processo.

Após a prisão de um conselheiro tutelar suspeito de corrupção de menor no município de Simplício Mendes, órgãos municipais se manifestaram por meio de notas oficiais, esclarecendo que não compactuam com a conduta atribuída ao investigado e reforçando que todas as medidas legais cabíveis estão sendo adotadas.

De acordo com as informações, o conselheiro é suspeito de convidar um adolescente para fazer uso de entorpecentes. Ele permanece preso na Delegacia de Polícia Civil de Simplício Mendes e deverá passar por audiência de custódia na manhã desta sexta-feira (23).

Em se tratando do conselheiro que não teve a identidade revelada, o Cidadeverde.compicos obteve a informação que ele tinha um comportamento conflituoso, no entanto era membro de coral de igreja. O caso chocou a população local que desconhecia essa conduta do indivíduo.

Conselho Tutelar e Prefeitura se manifestam

Em nota oficial, o Conselho Tutelar de Simplício Mendes informou que tomou ciência dos fatos e que todas as providências legais estão em andamento. O colegiado também destacou que a conduta investigada possui caráter individual e não reflete o posicionamento institucional do órgão.

Já o prefeito de Simplício Mendes, Márcio Moura, divulgou nota afirmando que a gestão municipal dará total apoio às investigações e adotará as medidas administrativas previstas na legislação vigente.

“Nosso objetivo é preservar a credibilidade do Conselho Tutelar e assegurar a continuidade dos serviços prestados à população. A conduta atribuída ao conselheiro tutelar, atualmente sob investigação, não representa o colegiado nem a instituição como um todo, composta por profissionais éticos e comprometidos com o interesse público”, diz o comunicado.

Fonte: CidadeVerde

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