Na manhã desta quinta-feira (4), as Pastorais Sociais da Diocese de Picos promoveram a 31ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas. O movimento, de alcance nacional, busca dar voz às populações em situação de vulnerabilidade e reforçar a defesa dos direitos humanos. Este ano, o evento trouxe como tema “Vida em Primeiro Lugar” e o lema “Cuidar da Casa Comum e da Democracia é Luta de Todo Dia”, reunindo fiéis, grupos e movimentos sociais em caminhada pelas ruas da cidade.
A mobilização teve início às 8h, com concentração na Igrejinha do Sagrado Coração de Jesus. Durante o percurso, os participantes realizaram duas paradas de reflexão. Na Praça Félix Pacheco, foram debatidos três eixos centrais: meio ambiente e mudanças climáticas, democracia e soberania, além de questões relacionadas à renda, economia, trabalho e dívida pública. Já na Praça Josino Ferreira, o foco das discussões esteve voltado para políticas públicas sob o paradigma ecológico, migrações no cenário internacional e a importância da comunicação em favor das comunidades.



O encerramento aconteceu na Catedral de Nossa Senhora dos Remédios, com missa presidida pelo bispo diocesano, Dom Plínio Luz, e concelebrada pelos padres Francisco Borges, Gildo Coelho de Sousa, José Pio Feitosa e Marcos Roberto Vieira Pereira. Em suas falas, Padre Gildo Coelho destacou a participação das pastorais e movimentos sociais, enquanto Dom Plínio ressaltou a relevância do ato como expressão de fé e compromisso social. Criado em 1995, o Grito dos Excluídos é realizado anualmente durante a Semana da Pátria e tem como propósito denunciar injustiças sociais e mobilizar a sociedade em defesa da vida, da democracia e da dignidade humana.
















