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15 de junho de 2024
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A missão brasileira nas eliminatórias para a Copa do Mundo

A Seleção Brasileira está com o conceito zero perante a torcida. Na Copa do Mundo o fracasso foi total. Foram 3 vitórias sofridas e com pouco futebol.Aí aconteceu a goleada histórica para a Alemanha por 7 x 1, no Mineirão. Logo depois nova derrota: 3 x 0 para a Holanda, em Brasília. Uma vergonha, porém compatível com o circo montado pela CBF, comissão técnica, jogadores e a maior parte da imprensa. Nos órgãos de comunicação, Neymar era mais que Pelé, e a dupla de zaga Tiago Silva-David Luiz era a maior do mundo. Fora do Brasil ninguém falava nisso.

A concentração brasileira era um show, um circo. Para Carlos Alberto Parreira antes mesmo de começar a Copa o Brasil já estava com “a mão na taça”.Quando o Brasil foi a Brasília para o jogo com a Holanda pelo terceiro lugar na Copa, levaram Neymar para “dar força ao grupo”. E ele ficou no banco tirando onda de técnico. Resultado: Brasil 0 x 3 Holanda.

Agora veio o fracasso na Copa América, com futebol de baixo nível e a eliminação para o Paraguai. Tudo isso é resultado do que acontece no futebol brasileiro de um modo geral. As denúncias de corrupção são muítas; o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, está preso na Suiça; o comércio de jogadores tomou conta do ambiente de clubes e da própria Seleção. Grandes clubes do nosso futebol estão em baixa e o futebol visto no Campeonato Brasileiro é de qualidade lamentável. Cada um procura vencer de qualquer maneira. Escapar de um rebaixamento já está bom. É motivo de festa, de comemorações.

Jogadores só pensam na Europa e na exibição dos seus estilos de artistas de novela, de cinema etc. E a imprensa gosta e dedica comentários para destacar as tatuagens, os brincos, as novidades nos cortes de cabelo. Há repórter que diz que “a grande novidade aqui no treinamento é o novo visual do….”.

A imprensa erra ao concentrar todas as responsabilidades pelos fracassos nos técnicos, aliviando a barra dos jogadores, sempre absolvidos dos seus erros absurdos cometidos em campo. E chega de tantos elogios enganosos. Qualquer jogadinha de brasileiro “é coisa de gênio”.

Vamos partir para as eliminatórias para a Copa do Mundo na Rússia. Precisamos de menos comércio e mais futebol para conseguirmos uma das vagas da América do Sul.

 

 

Fonte: Dídimo de Castro / Cidade Verde

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