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5 de junho de 2026
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Piauiense Whindersson Nunes fala sobre diagnóstico de superdotação

Whindersson Nunes - Foto reprodução/Instagram

Whindersson Nunes deu detalhes sobre o diagnóstico de altas habilidades e superdotação que recebeu neste ano. O comediante, que segue em tratamento psiquiátrico, disse que conseguiu entender mais sobre si mesmo a partir das explicações médicas.

O diagnóstico veio neste ano, quando estava internado em uma clínica psiquiátrica após uma crise de depressão e de dependência em álcool. Ele já havia compartilhado a experiência no programa Pivotando (SBT), apresentado por João Kepler.

Em entrevista ao Fantástico (Globo), Whindersson disse que sempre se achou diferente e que suas emoções e sua personalidade eram afloradas demais, o que o possibilitou se expressar bem através das artes, do humor.

Contudo, a personalidade forte também se manifestou por meio da depressão e da dependência. Em 2017, ele foi diagnosticado com depressão pela primeira vez e, neste ano, foi internado por dependência em álcool.

Ele contou ter feito um teste psicológico durante a internação e ter recebido o diagnóstico de superdotação e altas habilidades. As condições caracterizam uma pessoa com habilidades intelectuais acima da média para a idade, facilidade no aprendizado e alta sensibilidade.

A neuropsicóloga Carolina Mattos disse ao Fantástico que a condição neurológica é avaliada por por meio de observação comportamental e teste de QI: “A média de QI é normalmente de 96 a 101. O dele é bem mais alto”.

Whindersson disse que expressou suas habilidades por meio das artes, meio no qual se destacou com o humor. No entanto, apresentou dificuldades em outras áreas, principalmente emocionais e em seus relacionamentos

“Em relacionamentos, as pessoas têm horários, têm rotina, o que é difícil para mim, porque minha cabeça funciona em horários diferentes”, disse ele, que foi casado com Luísa Sonza e namorou Marina Lina.

O influenciador continua em tratamento psiquiátrico, com uso de medicação e diminuição do tempo de telas.

Fonte: Por Luisa Monte/Folhapress

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