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19 de julho de 2024
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Promotoria de Justiça de Simões entra com ação contra AGESPISA por falta de abastecimento de água

Simões — Foto: Cidades em Foco
Simões — Foto: Cidades em Foco

O Ministério Público do Estado do Piauí, por seu representante legal, titular da Promotoria de Justica de Simões, entrou com uma ação na justiça na última segunda-feira (23) contra a AGESPISA, empresa de abastecimento de água e saneamento básico do estado, em decorrência da falta de água em diversos bairros da cidade.

De acordo com os documentos legais do caso, a Promotoria de Justiça de Simões recebe reclamações da ausência de água desde junho de 2023. Durante o período, as informações vêm sendo buscadas, mas não houve uma solução definitiva para os problemas enfrentados pelos consumidores de Simões.

A AGESPISA, por sua vez, informou que o sistema de abastecimento da cidade tem como fonte de captação a Barragem Salgadinha e o sistema adutor Poço de Marruá. Em decorrência da seca, a barragem secou e refletiu já necessidade de ajustes para o abastecimento do Sistema Adutor Poço de Marruá.

A empresa solicitou um prazo de 60 dias a partir de 25 de agosto de 2023, tomando uma série de medidas para garantir o funcionamento. A AGESPISA ainda declarou que, por um acompanhamento diário, foi verificada que toda a cidade estava sendo abastecida, com falhas nos bairros Solidade I e Solidade II, problema que seria solucionado até dia 10 de outubro.

Os vereadores da Câmara Municipal de Simões realizaram uma audiência pública em 4 de setembro para tratar a situação, onde os representantes do legislativo, populares e autoridades cobraram a empresa para a resolução da falta de água. Os representantes que estavam na audiência informaram que a bomba da barragem de Patos do Piauí era o suficiente para abastecer Simões, Caridade e Curral Novo, mas efetuaria trocas de bombas até o final de setembro.

Sem respostas e soluções definitivas do problema, bem como o tempo da ausência de água, as autoridades legais observaram a necessidade de uma ação na justiça contra a empresa. Além da determinação da imediata regularização do fornecimento, a causa tem valor de R$ 500 mil por danos morais.

Veja o documento na íntegra: Assinado_ACP- Proc n°

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