25 C
Jacobina do Piauí
21 de maio de 2024
Cidades em Foco
EsportesGeral

Cavalieri isola pênalti, Botafogo vence o Flu e vai à final do Carioca

A primeira vaga na decisão do Campeonato Carioca foi decidida nos pênaltis. E com enorme igualdade, com 22 cobranças.  Após vencer por 2 a 1 no tempo regulamentar, com gols de Bill e Pimpão (Jean descontou), mesmo resultado do primeiro jogo, o Glorioso venceu também nos pênaltis, por 9 a 8. Agora, a equipe aguarda o vencedor do confronto entre Flamengo e Vasco para conhecer o seu adversário na grande final.

A partida foi bastante dividida, com um time melhor em cada tempo. Se no primeiro o Glorioso conseguiu traduzir sua vantagem técnica em gols, no segundo, o Tricolor sentiu a falta de seu artilheiro e referência na grande área, Fred, suspenso. Sem ele, não havia ninguém para anotar mais um e empatar a partida.

 

Nos pênaltis, Kenedy iniciou perdendo a primeira cobrança para o Flu, mas Marcelo Mattos também perdeu para o Bota. Depois, Gerson parou em Renan. Mas Cavalieri pegou o último da série, de Diego Giaretta, e levou a decisão para as cobranças alternadas.

A partida começou e no primeiro lance, Elvis bateu forte em dividida, sentiu a coxa e saiu. Em seu lugar entrou Gegê. Em belo lançamento, aos 5, Marcelo Mattos, Bill ganhou da zaga e Pimpão, impedido, encobriu Cavalieri. Na boca do gol, Fernandes só teve o trabalho de tocar, sozinho, para abrir o placar.

Apático, o Fluminense se mostrava confuso meio pra frente. A ausência de Fred fazia com que Kenedy e Vinicius se alternassem como centroavante, sem muita eficiência. Wagner e Gerson, perdidos mudavam de posição a esmo e o Tricolor nada produziu no começo de jogo.

O Botafogo, em contraste, era muito vibrante. Após o primeiro gol, a equipe ganhou confiança e se aproveitou das falhas da defesa tricolor. Aos 15, Bill quase marcou, mas furou toque de letra em cruzamento de Pimpão. O atacante alvinegro, que ganhou a vaga de Jobson para o clássico, inclusive, levava a defesa tricolor à loucura. Aos 20, ele quase marcou gol de placa ao emendar cruzamento com um lindo voleio, que passou sob o gol de Cavalieri.

Muito mal, a defesa tricolor vacilou mais uma vez aos 22. Gilberto enfiou a bola como quis no meio da zaga, Bill ganhou na velocidade e no rebote do próprio chute, ampliou para levar o Engenhão ao êxtase.  Aos 25, Pimpão deu drible de pelada em Wellington Silva e quase marcou mais um. O Tricolor só acordou aos 27, quando Gum acertou o travessão em cabeçada após cobrança de falta de Vinícius.  O lance esfriou o ímpeto alvinegro e o Fluminense manteve maior posse da bola nos dez minutos finais.

Até que aos 44, Willian Arão entregou a bola de bandeja para Wagner, que achou Kenedy, em arrancada impressionante em diagonal. O garoto tricolor chegou antes de Renan, que saiu atabalhoado, adiantou a bola e sofreu pênalti. Na cobrança, Jean deslocou Renan para diminuir.

Na volta do intervalo, Drubscky colocou o garoto Robert na vaga de Wagner, perdido em campo. No começo, o Flu foi melhor e aos 3, Kenedy perdeu chance incrível batendo de perna direita. Depois, aos 7, Giovanni tabelou com Gerson e bateu cruzado com perigo. As subidas pela esquerda eram o forte do Tricolor e René Simões logo tratou de consertar. Após Fernandes levar a pior em dividida no alto e abrir o superícilo, o treinador colocou o lateral Luís Ricardo aberto pela direita.

As duas equipes passaram a se respeitar mais. Do lado do Botafogo, Willian Arão experimentou de fora e levou perigo a Diego Cavalieri, aos 13. Aos 17, Edson respondeu para o Fluminense, tirando tinta da trave de Renan, que fez golpe de vista. Aos 20, Jean roubou a bola e Kenedy, precipitado, bateu de fora da área por cima do gol.

Na parada técnica, Pimpão, cansado, deu lugar a Jobson no Botafogo e Renato entrou no lugar de Giovani, deslocando Wellington Silva para a lateral esquerda. Logo no primeiro lance, o atacante invadiu a área pela direita e obrigou Cavalieri a fazer defesa espetacular. O Fluminense respondeu aos 32, quando Gum, de novo, apareceu no meio da zaga para desviar cruzamento de Kenedy e acertar o travessão, com Renan completamente vendido.

Os minutos finais, com as duas equipes muito cansadas, foi um verdadeiro festival de erros de passe e jogadas erradas. Os alvinegros, que queimaram mais cedo as três substituições, sofreram com cãimbras. Bill, Carleto e Marcelo Mattos eram os mais cansados. No Flu, Gerson mancava muito. Aos 46, Wellington Silva, de peixinho, parou em Renan.

 

 

 
Fonte: ESPN

Notícias relacionadas

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Se você está de acordo, continue navegando, aqui você está seguro, mas você pode optar por sair, se desejar. Aceitar Leia mais